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29.set.2015


As potencialidades do Linkedin para os utilizadores


Como pesquisar sobre o mercado de trabalho e identificar potenciais oportunidades de carreira nas redes sociais? E como devem os utilizadores aproveitar essas potencialidades? A resposta está na rede social Linkedin: a maior rede profissional do mundo.

As redes sociais são novos meios de comunicação onde partilhamos informações, opiniões, discutimos ideias em torno de interesses comuns. É por isso que é tão importante saber comunicar nas redes sociais. Elas surgiram como uma ferramenta diferenciadora de comunicação, representam um poderoso meio de comunicação e são facilitadoras da interação.

Os jovens de hoje conhecem o potencial das redes sociais. Mas é necessário orientá-los, explicando-lhes que as redes sociais podem tornar-se uma importante ferramenta, não só a nível social mas também a nível profissional.

No Linkedin partilhamos informações e opiniões, tal como noutras redes sociais como por exemplo, a maior rede social do mundo - o Facebook. Mas no Linkedin fazemo-lo de maneira diferente. Numa vertente profissional muito forte. O fócus do Linkedin é o trabalho. Escrevemos ou partilhamos informação sobre a nossa área de negócio ou interesse profissional.
E é aqui que os utilizadores podem marcar diferença e ter sucesso na sua carreira profissional. Já que o Linkedin é uma rede social de negócios. Ideal para a procura de emprego. Muito atraente para a comunidade empresarial. Torna-se assim numa extraordinária Rede Profissional.

Por exemplo, para os jovens que procurem o seu primeiro trabalho, o Linkedin lançou um portal de empregos para estudantes e recém-licenciados que lhes proporciona o fácil acesso a ofertas de emprego e estágios em algumas das melhores empresas do mundo. Veja em https://www.linkedin.com/ed/studentJobsPortal

Um estudo recente da Social Talent - Global Sourcing Survey 2014 - revela que um em cada 20 perfis no Linkedin pertence a pessoas ou empresas que recrutam. Mas há mais dados relevantes:

• 96% dos pessoas que recrutam têm conta no Linkedin
• 88% das pessoas que recrutam afirmam ter contratado alguém através do Linkedin
• 76% das pessoas que recrutam publicam ofertas de emprego em grupos
• 75% das pessoas que recrutam consultam os perfis sociais dos candidatos

Mas para comunicar nas redes sociais, e neste caso no Linkedin, é preciso saber comunicar. Deixamos alguns conselhos:

• Devemos pensar antes de escrever porque, afinal, deve-se escrever para ser lido
• A linguagem deve ser KISS (Keep it simple and Stupid)
• Devemos valorizar as nossas melhores características, ou seja, quais os nossos pontos fortes
• E por fim, mas não menos importante, ser criativo na mensagem que estamos a passar

Depois de perceber como devemos comunicar é importante definir como os utilizadores devem promover-se. Segundo Danielle Restivo, uma consultora do Linkedin, os utilizadores com pelo menos um trabalho incluído no perfil são 12 vezes mais visíveis. As pessoas com pelo menos uma formação educacional mencionada têm sete vezes mais hipóteses de serem encontradas e profissionais com foto no perfil também têm sete vezes mais hipóteses de serem vistos.

Um perfil no LinkedIn deverá conter:

Experiência: incluir o posto de trabalho recente mas também os anteriores para se perceber a sua evolução na carreira;

Formação: incluir todo o percurso académico em termos de formação e destacar cursos que lhe parecem importantes

Organização: organizar toda a informação e incluir um resumo do seu currículo com palavras-chave que melhor descrevem quem você é como profissional;

Imagem: adicione uma fotografia cuidada ao seu perfil. Evite imagens informais. Deixe essas para o Facebook, Instagram e outras.

Recomendações: é importante ter opiniões de colegas com quem já trabalhou. Pois estes destacam os seus pontos fortes e mostram que é um funcionário valorizado

Para terminar, deixamos uma citação de Erik Qualman, o autor norte-americano do livro Socialnomics, reconhecido internacionalmente pela sua dedicação ao Social Media. Ele refere que “Não temos escolha sobre o que fazemos nas redes sociais. A questão é o quão bem comunicamos nelas”.




 


Fontes


 










 


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