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14.fev.2012
Compras electrónicas sociais

Há futuro para o Comércio Electrónico Social?


Apesar da popularidade das redes sociais, por algum motivo, as vendas das marcas directamente nestas plataformas, o comércio social como começa a ser conhecido, ainda são muito reduzidas. Sendo que, na maior parte dos casos, a presença nas redes sociais pode influenciar a compra, mas esta não é feita directamente nas páginas das marcas, mas sim nos sites tradicionais.

Nos próximos cinco anos, estima-se que o valor das transacções efectuadas através do chamado comércio social será cerca de 30 biliões de dólares, mas o que podemos ver é que os utilizadores ainda estão bastante relutantes em fazerem compras a partir das redes sociais.
Um estudo feito pela Harris Interactive para a agência Digitas mostra um relatório onde são apresentados dados que revelam números interessantes sobre a utilização das redes sociais a não adesão a compras nestes sites por parte dos utilizadores norte americanos.
 
Eis alguns dos dados do estudo:
 
  • Os utilizadores passam em média de 56 minutos por dia nas redes sociais;
  • 55% dos utilizadores de redes sociais não se sentem à vontade para colocar o seu cartão de crédito nestas plataformas;
  • 34% dos utilizadores afirma que mais facilmente partilha informação sobre uma compra feita numa rede social do que num site de comercio electrónico;
  • 75% dos utilizadores concorda que a probabilidade de adquirir um produto mencionado pelos amigos nas redes sociais aumenta, sem no entanto ser concretizada na referida rede;
  • 74% afirmou que faria as suas compras mais facilmente nas redes sociais se pudesse usar um sistema de créditos como o Bitcoin ou o Facebook Credits;
  • 20% compraria produtos da sua marca favorita nas redes sociais se esta opção estivesse disponível.
Apesar deste estudo se referir a utilizadores dos Estados Unidos, mais uma vez podemos ter estes dados em conta para a nossa análise do retorno que a presença das redes sociais pode ter. É certo que a maioria dos utilizadores não compra nas redes sociais, mas já existe uma franja que demonstra apetência para o fazer. Recordemo-nos que nos primeiros tempos do comércio electrónico também poucos eram os utilizadores dispostos a introduzir os dados do seu cartão de crédito nos web sites das marcas.



 


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