24.fev.2015
Internet of Things

Internet of Things – A grande tendência de 2014 (ou não!)


Estamos em pleno século XXI, os smartphones e os tablets são os reis de uma monarquia, onde os gigantes tecnológicos lutam pelos seus auto-aclamados impérios, tal qual um episódio da série “Guerra dos Tronos”. Mais ainda, esta é uma guerra que se intensificou no passado ano de 2014, com a corte em burburinho a perguntar-se “o que raio é, afinal, o Internet of Things?!”.

Na verdade, o Internet of Things (IoT) não é uma grande novidade e, em grosso modo, resume-se à tecnologia – wireless – utilizada para conectar vários dispositivos e equipamentos entre si. Contudo, a atenção dada pelos meios de comunicação social mundiais fez que com todos despertássemos para esta terminologia e pensássemos em como poderemos beneficiar de uma tecnologia que já faz parte do nosso quotidiano (há algum tempo, deva-se dizer).

Da nossa (marketers) parte, o que nos interessa verdadeiramente é perceber como é que o Marketing e a Comunicação poderão usufruir desta realidade. Se analisarmos os primórdios do IoT, percebemos que os gigantes da tecnologia mundial foram explorando (melhor ou pior) esta tecnologia. Tomemos como exemplo, a Google que cada vez mais aposta em ferramentas de publicidade online, com um forte em enfoque nos canais móveis, ou a Microsoft, que com a aquisição da unidade de telecomunicações móveis da Nokia completa o seu portefólio de dispositivos móveis de insígnia própria. Ou ainda a Apple, que segundo as más-línguas se encontra a desenvolver um iCar (uma notícia fantástica para os amantes da marca da maçã).

Agora, imagine-se o potencial sem fim de podermos conduzir um iCar, ter uma Siri a ler-nos os emails enquanto conduzimos e, pelo meio, lá surge uma campanha de Email Marketing da nossa marca favorita de…carros. E, enquanto analisamos as últimas ofertas da concorrência do iCar, pedimos à Siri para nos levar pelas “fofocas” do dia no Facebook e somos atingidos por um anúncio de uma marca especializada em bebidas quentes (sim, está frio e nada melhor me ocorre). Parece uma realidade longínqua? Não, está mais perto do que imaginamos, ainda mais se nos recordarmos que a Portugal Telecom, corria o ano de 2004, ousava em apresentar a Casa do Futuro Interativa, com uma governanta digital que nos dava as boas vindas a casa, ligava o rádio ou a televisão, já tinha programado o jantar que lá determinámos no dia anterior, entre toda uma panóplia de atividades domésticas que tanto nos chateiam.

Todos estes avanços tecnológicos constituem autênticas minas de ouro para os profissionais de Marketing e Comunicação, seja nas agências ou nas empresas, e há-que repensar o uso que fazemos das ferramentas ao nosso dispor, adaptando-nos a uma nova e desafiante realidade.
 




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