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2.abr.2013


Nova funcionalidade de pesquisa do Linkedin


Depois dos recentes desenvolvimentos trazidos pelo Facebook Search e com o já conhecido Google Search bem implantado, foi a vez do Linkedin aperfeiçoar a sua função de pesquisa.

Neste caso, houve uma unificação de várias funções de pesquisa numa única, de forma a simplificar e facilitar a utilização, com os resultados a poderem ser procurados e devolvidos de maneira mais rápida.

Tal como noutros motores de busca, mesmo os menos especificos, passa também a existir um conjunto de funcionalidades adicionais, desde o auto-complete ou os filtros de pesquisa. Actualmente com cerca de 200 milhões de utilizadores registados, o Linkedin tem-se mostrado uma importante base de informação para quem procura ou é procurado, em termos profissionais, o que justifica plenamente estas alterações. Além disso, o número de utilizadores torna também esta rede social, muito especifica, um atraente meio de publicitar determinado tipo de comunicação.

Tal como acontece com o Facebook Search, o novo motor de pesquisa do Linkedin surge como uma necessidade das redes sociais aprofundarem o seu relacionamento com os utilizadores e com anunciantes, procurando captar ao máximo o imenso poder de uma enorme base de dados, com interessantes possibilidades de segmentação e que permitem focar em públicos-alvo muito concretos.

Além disso, as novas formas de pesquisa visam também motivar os utilizadores a efectuarem mais pesquisas e assim ficarem mais tempo no site, como também verem mais conteúdos, o que aumenta o potencial publicitário destes canais.

Mas tal como aconteceu com o Facebook, são de esperar algumas reacções menos favoráveis da comunidade de utilizadores. O receio de que muita informação se torne subitamente pública e que não sejam totalmente salvaguardados os interesses dessas pessoas pode ter algum impacto, até que se conheçam realmente todas as caracteristicas do sistema.

Em resumo, a tendência actual parece ser as redes sociais procurarem tirar partido do poder que os seus utilizadores lhe conferem. As informações partilhadas, os conteúdos criados são um manancial de grande valor e que ninguém quer desperdiçar. Além disso, pretendem estas redes entrar em concorrência ainda mais directa com o Google, procurando agarrar os seus utilizadores em vez de os perder para aquele que é ainda o maior motor de busca mundial.



 










 


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